Jesus cura outros doentes
Mc 3, 7-12
Jesus e os discípulos foram até o lago da Galiléia. Junto com ele ia muita gente da Galiléia, da Judéia, de Jerusalém, da Iduméia, do lado leste do rio Jordão e da região de Tiro e de Sidom. Todos iam ao encontro de Jesus porque ouviam falar a respeito das coisas que ele fazia. Jesus pediu aos discípulos que arranjassem um barco para ele a fim de não ser esmagado pela multidão. Pois ele estava curando tanta gente, que todos os doentes se juntavam em volta dele para tocá-lo. E as pessoas que tinham espíritos maus, ao verem Jesus, caíam aos pés dele e gritavam:
- O senhor é o Filho de Deus!
FAMÍLIA, VIDA E MISSÃO
Que a Família seja: O Sal da Terra, Luz que ilumina, encobrindo as trevas.
sábado
Mc 6, 14-29
O banquete da morte
Mc 6, 14-29
O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam:
- Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres.
Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam:
- Ele é profeta, como um daqueles profetas antigos.
Quando Herodes ouviu isso, disse:
- Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!
Pois tinha sido Herodes mesmo quem havia mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodiades, com quem havia casado, embora ela fosse esposa do seu irmão Filipe. Por isso João tinha dito muitas vezes a Herodes: "Pela nossa Lei você é proibido de casar com a esposa do seu irmão!"
Herodiades estava furiosa com João e queria matá-lo. Mas não podia porque Herodes tinha medo dele, pois sabia que ele era um homem bom e dedicado a Deus. Por isso Herodes protegia João. E, quando o ouvia falar, ficava sem saber o que fazer, mas mesmo assim gostava de escutá-lo.
Porém no dia do aniversário de Herodes apareceu a ocasião que Herodias estava esperando. Nesse dia Herodes deu um banquete para as pessoas importantes do seu governo: altos funcionários, chefes militares e autoridades da Galiléia. Durante o banquete a filha de Herodias entrou no salão e dançou. Herodes e os seus convidados gostaram muito da dança. Então o rei disse à moça:
- Peça o que quiser, e eu lhe darei.
E jurou:
- Prometo que darei o que você pedir, mesmo que seja a metade do meu reino!
Ela foi perguntar à sua mãe o que devia pedir. E a mãe respondeu:
- Peça a cabeça de João Batista.
No mesmo instante a moça voltou depressa aonde estava o rei e pediu:
- Quero a cabeça de João Batista num prato, agora mesmo!
Herodes ficou muito triste, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, não pôde deixar de atender o pedido da moça. Mandou imediatamente um soldado da guarda trazer a cabeça de João. O soldado foi à cadeia, cortou a cabeça de João, pôs num prato e deu à moça. E ela a entregou à sua mãe. Quando os discípulos de João souberam disso, vieram, levaram o corpo dele e o sepultaram.
Mc 6, 14-29
O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam:
- Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres.
Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam:
- Ele é profeta, como um daqueles profetas antigos.
Quando Herodes ouviu isso, disse:
- Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!
Pois tinha sido Herodes mesmo quem havia mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodiades, com quem havia casado, embora ela fosse esposa do seu irmão Filipe. Por isso João tinha dito muitas vezes a Herodes: "Pela nossa Lei você é proibido de casar com a esposa do seu irmão!"
Herodiades estava furiosa com João e queria matá-lo. Mas não podia porque Herodes tinha medo dele, pois sabia que ele era um homem bom e dedicado a Deus. Por isso Herodes protegia João. E, quando o ouvia falar, ficava sem saber o que fazer, mas mesmo assim gostava de escutá-lo.
Porém no dia do aniversário de Herodes apareceu a ocasião que Herodias estava esperando. Nesse dia Herodes deu um banquete para as pessoas importantes do seu governo: altos funcionários, chefes militares e autoridades da Galiléia. Durante o banquete a filha de Herodias entrou no salão e dançou. Herodes e os seus convidados gostaram muito da dança. Então o rei disse à moça:
- Peça o que quiser, e eu lhe darei.
E jurou:
- Prometo que darei o que você pedir, mesmo que seja a metade do meu reino!
Ela foi perguntar à sua mãe o que devia pedir. E a mãe respondeu:
- Peça a cabeça de João Batista.
No mesmo instante a moça voltou depressa aonde estava o rei e pediu:
- Quero a cabeça de João Batista num prato, agora mesmo!
Herodes ficou muito triste, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, não pôde deixar de atender o pedido da moça. Mandou imediatamente um soldado da guarda trazer a cabeça de João. O soldado foi à cadeia, cortou a cabeça de João, pôs num prato e deu à moça. E ela a entregou à sua mãe. Quando os discípulos de João souberam disso, vieram, levaram o corpo dele e o sepultaram.
São Ricardo, Rei e Confessor
São Ricardo, Rei e Confessor
(+ Luca, Itália, 722)
Este monarca inglês teve um reinado curto, mas cheio de bons exemplos de
governo sábio e prudente. Sua principal preocupação era ministrar a
justiça, tendo um dom especial para apaziguar contendas e harmonizar
interesses conflitantes. Abdicou da coroa e partiu para a Terra Santa,
com o desejo de se tornar monge, mas faleceu durante a viagem, na
Itália. Foi pai de três príncipes que também receberam as honras dos
altares: São Vinebaldo, São Vilibaldo e Santa Valberga.
(+ Luca, Itália, 722)
Este monarca inglês teve um reinado curto, mas cheio de bons exemplos de
governo sábio e prudente. Sua principal preocupação era ministrar a
justiça, tendo um dom especial para apaziguar contendas e harmonizar
interesses conflitantes. Abdicou da coroa e partiu para a Terra Santa,
com o desejo de se tornar monge, mas faleceu durante a viagem, na
Itália. Foi pai de três príncipes que também receberam as honras dos
altares: São Vinebaldo, São Vilibaldo e Santa Valberga.
terça-feira
A fé não tem fronteiras Mc 7, 24-30
A fé não tem fronteiras
Mc 7, 24-30
Jesus saiu dali e foi para a região que fica perto da cidade de Tiro. Ele entrou numa casa e não queria que soubessem que estava ali, mas não pôde se esconder. Certa mulher, que tinha uma filha que estava dominada por um espírito mau, ouviu falar a respeito de Jesus. Ela veio e se ajoelhou aos pés dele. Era estrangeira, de nacionalidade siro-fenícia, e pediu que Jesus expulsasse da sua filha o demônio. Mas Jesus lhe disse:
- Deixe que os filhos comam primeiro. Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo para os cachorros.
- Mas, senhor, - respondeu a mulher - até mesmo os cachorrinhos que ficam debaixo da mesa comem as migalhas de pão que as crianças deixam cair.
Jesus disse:
- Por causa dessa resposta você pode voltar para casa; o demônio já saiu da sua filha.
Quando a mulher voltou para casa, encontrou a criança deitada na cama; de fato, o demônio tinha saído dela.
Mc 7, 24-30
Jesus saiu dali e foi para a região que fica perto da cidade de Tiro. Ele entrou numa casa e não queria que soubessem que estava ali, mas não pôde se esconder. Certa mulher, que tinha uma filha que estava dominada por um espírito mau, ouviu falar a respeito de Jesus. Ela veio e se ajoelhou aos pés dele. Era estrangeira, de nacionalidade siro-fenícia, e pediu que Jesus expulsasse da sua filha o demônio. Mas Jesus lhe disse:
- Deixe que os filhos comam primeiro. Não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo para os cachorros.
- Mas, senhor, - respondeu a mulher - até mesmo os cachorrinhos que ficam debaixo da mesa comem as migalhas de pão que as crianças deixam cair.
Jesus disse:
- Por causa dessa resposta você pode voltar para casa; o demônio já saiu da sua filha.
Quando a mulher voltou para casa, encontrou a criança deitada na cama; de fato, o demônio tinha saído dela.
Renova, Senhor Selma Dias Paulino
Renova, Senhor
Selma Dias Paulino
Renova Senhor,
em nosso meio, na minha vida
o sentido de viver e existir.
Que eu possa refletir
que não posso me bastar a mim mesmo
Preciso da ação e das palavras dos outros
para poder bem viver.
Que eu perceba que minha vida
contém um grande mistério:
A presença do Senhor Jesus.
Que eu acredite e participe a cada dia,
numa identidade profunda Contigo.
Que eu possa entender que a fé e o amor
são as rodas que abrem as portas,
que transformam a nossa sorte.
Selma Dias Paulino
Renova Senhor,
em nosso meio, na minha vida
o sentido de viver e existir.
Que eu possa refletir
que não posso me bastar a mim mesmo
Preciso da ação e das palavras dos outros
para poder bem viver.
Que eu perceba que minha vida
contém um grande mistério:
A presença do Senhor Jesus.
Que eu acredite e participe a cada dia,
numa identidade profunda Contigo.
Que eu possa entender que a fé e o amor
são as rodas que abrem as portas,
que transformam a nossa sorte.
Esta dor Helena Maranhão
Esta dor
Helena Maranhão
Esta dor, esta dor tão minha
Meu Deus, Meu Senhor
vem de dentro do meu corpo
da minha própria covardia!...
Sonho e enxergo, noite e dia
a degeneração do ser humano
numa luta desigual, como "animais"
e permaneço no modo passivo...
A ansiedade toma conta de mim
de receber ajuda dos céus
porque tão pequena sou diante deTi
que por amor, Seu Filho nos concedeu.
Choro o meu próprio pranto
acompanhando a minha impotência
pedindo a Ti, humildemente
que nos liberte de tanta violência.
Helena Maranhão
Esta dor, esta dor tão minha
Meu Deus, Meu Senhor
vem de dentro do meu corpo
da minha própria covardia!...
Sonho e enxergo, noite e dia
a degeneração do ser humano
numa luta desigual, como "animais"
e permaneço no modo passivo...
A ansiedade toma conta de mim
de receber ajuda dos céus
porque tão pequena sou diante deTi
que por amor, Seu Filho nos concedeu.
Choro o meu próprio pranto
acompanhando a minha impotência
pedindo a Ti, humildemente
que nos liberte de tanta violência.
O Nó do Afeto Eloi Zanetti
O Nó do Afeto
Eloi Zanetti
Era um reunião numa escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças,
falando da necessidade da presença deles junto aos filhos.
Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães
trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade
de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples,
explicou que saía tão cedo de casa,
que seu filho ainda dormia e que,
quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim,
pois estava cada vez mais difícil sustentar a família.
E contou como isso o deixava angustiado,
por praticamente só conviver com o filho
nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se,
indo beijar a criança todas as noites,
quando chegava em casa.
Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol,
para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava
e lá estivera.
E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que,
surpresa, verificou ser aquele menino
um dos melhores e mais ajustados alunos da classe.
E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos
têm de se comunicarem,
de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente,
de se fazer presente e, o mais importante,
de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale,
é preciso que os filhos 'ouçam'
o coração dos pais ou responsáveis,
pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho,
revestidos de puro afeto,
curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão,
medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras,
mas sabe registrar e gravar um gesto de amor,
mesmo que este seja um simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?
Eloi Zanetti
Era um reunião numa escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças,
falando da necessidade da presença deles junto aos filhos.
Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães
trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade
de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples,
explicou que saía tão cedo de casa,
que seu filho ainda dormia e que,
quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim,
pois estava cada vez mais difícil sustentar a família.
E contou como isso o deixava angustiado,
por praticamente só conviver com o filho
nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se,
indo beijar a criança todas as noites,
quando chegava em casa.
Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol,
para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava
e lá estivera.
E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que,
surpresa, verificou ser aquele menino
um dos melhores e mais ajustados alunos da classe.
E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos
têm de se comunicarem,
de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente,
de se fazer presente e, o mais importante,
de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale,
é preciso que os filhos 'ouçam'
o coração dos pais ou responsáveis,
pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho,
revestidos de puro afeto,
curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão,
medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras,
mas sabe registrar e gravar um gesto de amor,
mesmo que este seja um simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?
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