O Nó do Afeto
Eloi Zanetti
Era um reunião numa escola.
A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças,
falando da necessidade da presença deles junto aos filhos.
Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães
trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade
de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples,
explicou que saía tão cedo de casa,
que seu filho ainda dormia e que,
quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera.
Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim,
pois estava cada vez mais difícil sustentar a família.
E contou como isso o deixava angustiado,
por praticamente só conviver com o filho
nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se,
indo beijar a criança todas as noites,
quando chegava em casa.
Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol,
para que seu filho soubesse que ele estivera ali.
Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava
e lá estivera.
E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que,
surpresa, verificou ser aquele menino
um dos melhores e mais ajustados alunos da classe.
E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos
têm de se comunicarem,
de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros.
O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente,
de se fazer presente e, o mais importante,
de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale,
é preciso que os filhos 'ouçam'
o coração dos pais ou responsáveis,
pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras.
É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho,
revestidos de puro afeto,
curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão,
medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras,
mas sabe registrar e gravar um gesto de amor,
mesmo que este seja um simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?
FAMÍLIA, VIDA E MISSÃO
Que a Família seja: O Sal da Terra, Luz que ilumina, encobrindo as trevas.
terça-feira
Mc 7, 14-23
Jesus fala do coração humano
Mc 7, 14-23
Jesus chamou outra vez a multidão e disse:
- Escutem todos o que eu vou dizer e entendam! Tudo o que vem de fora e entra numa pessoa não faz com que ela fique impura, mas o que sai de dentro, isto é, do coração da pessoa, é que faz com que ela fique impura. [Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.]
Quando Jesus se afastou da multidão e entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram o que queria dizer essa comparação. Então ele disse:
- Vocês são como os outros; não entendem nada! Aquilo que entra pela boca da pessoa não pode fazê-la ficar impura, porque não vai para o coração, mas para o estômago, e depois sai do corpo.
Com isso Jesus quis dizer que todos os tipos de alimento podem ser comidos.
Ele continuou:
- O que sai da pessoa é o que a faz ficar impura. Porque é de dentro, do coração, que vêm os maus pensamentos, a imoralidade sexual, os roubos, os crimes de morte, os adultérios, a avareza, as maldades, as mentiras, as imoralidades, a inveja, a calúnia, o orgulho e o falar e agir sem pensar nas conseqüências. Tudo isso vem de dentro e faz com que as pessoas fiquem impuras.
Mc 7, 14-23
Jesus chamou outra vez a multidão e disse:
- Escutem todos o que eu vou dizer e entendam! Tudo o que vem de fora e entra numa pessoa não faz com que ela fique impura, mas o que sai de dentro, isto é, do coração da pessoa, é que faz com que ela fique impura. [Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.]
Quando Jesus se afastou da multidão e entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram o que queria dizer essa comparação. Então ele disse:
- Vocês são como os outros; não entendem nada! Aquilo que entra pela boca da pessoa não pode fazê-la ficar impura, porque não vai para o coração, mas para o estômago, e depois sai do corpo.
Com isso Jesus quis dizer que todos os tipos de alimento podem ser comidos.
Ele continuou:
- O que sai da pessoa é o que a faz ficar impura. Porque é de dentro, do coração, que vêm os maus pensamentos, a imoralidade sexual, os roubos, os crimes de morte, os adultérios, a avareza, as maldades, as mentiras, as imoralidades, a inveja, a calúnia, o orgulho e o falar e agir sem pensar nas conseqüências. Tudo isso vem de dentro e faz com que as pessoas fiquem impuras.
A Grande Alegria. Jose Carlos Iozzo
A Grande Alegria
Jose Carlos Iozzo
Nesta noite, a flor traz uma suave cantiga
junto ao berço, cantarola a música de ninar
soam palavras na história mais bela e antiga
que me fazem até a pequena Belém viajar.
"Há dois mil anos veio ao mundo
o Deus-Amor, no corpo de uma criança
concebido no ventre sagrado e fecundo
para trazer ao universo, paz e esperança.
José e Maria deixaram a sua Galiléia
despedindo-se de Nazaré e de seus amigos
rumo à pequena cidade Belém, na Judéia
numa viagem de dificuldades e perigos.
O dia já se findava, era quase noite
longe, avistaram as luzes da cidade
José procurando lugar para o pernoite
pois sua Maria já respirava com dificuldade.
Sem pensar duas vezes, José rapidamente correu
chegava o esperado momento, a hora sagrada;
mas só encontrou um lugar modesto e pobre
onde deitou sua amada esposa no leito de palha.
Nasceu assim o menino Jesus sobre o monte de feno
José pegou a criança e apoiou sobre o peito da mãe
envolveu-no em faixas; na manjedoura pousou o pequeno
para protegê-lo do frio, bem perto dos animais.
Naquela mesma hora sobre as formosas colinas
alguns pastores envoltos em mantas bem quentes
cuidando dos seus rebanhos, numa noturna vigília
avistaram a luz que emanava a Estrela do Oriente.
Anjos diziam: Não temais, eis que vos anuncio
é grande a alegria, hoje nasceu em Belém
o Salvador, Senhor dos Senhores, de Deus, o Filho
o Cristo Amor, Rei dos Mares, Céus e todo além.
Um coro celestial encheu o céu com o mais lindo canto
"Glória a Deus nas alturas, paz na terra aos homens que ele ama."
Desapareceu a luz, e os pastores se entreolharam com espanto
perturbados com aquela visão e com aquelas palavras.
Colocaram-se a caminho em busca da alegria anunciada
logo encontraram Maria, José e o Menino e se ajoelharam
adoraram o Pequeno, com a felicidade no rosto estampada
o Filho de Deus, o Cristo Rei diante deles, a quem louvavam.
Maria sorriu ao Menino Deus, cheia de encanto
Seu nascimento havia devolvido a esperança
aos simples pastores que voltavam ao seu rebanho
louvando a Deus, pela chegada da Santa Criança."
"Cantiga de Ninar"
do dia 1 de dezembro de 2008.
Lucas 2,1-20
Jose Carlos Iozzo
Nesta noite, a flor traz uma suave cantiga
junto ao berço, cantarola a música de ninar
soam palavras na história mais bela e antiga
que me fazem até a pequena Belém viajar.
"Há dois mil anos veio ao mundo
o Deus-Amor, no corpo de uma criança
concebido no ventre sagrado e fecundo
para trazer ao universo, paz e esperança.
José e Maria deixaram a sua Galiléia
despedindo-se de Nazaré e de seus amigos
rumo à pequena cidade Belém, na Judéia
numa viagem de dificuldades e perigos.
O dia já se findava, era quase noite
longe, avistaram as luzes da cidade
José procurando lugar para o pernoite
pois sua Maria já respirava com dificuldade.
Sem pensar duas vezes, José rapidamente correu
chegava o esperado momento, a hora sagrada;
mas só encontrou um lugar modesto e pobre
onde deitou sua amada esposa no leito de palha.
Nasceu assim o menino Jesus sobre o monte de feno
José pegou a criança e apoiou sobre o peito da mãe
envolveu-no em faixas; na manjedoura pousou o pequeno
para protegê-lo do frio, bem perto dos animais.
Naquela mesma hora sobre as formosas colinas
alguns pastores envoltos em mantas bem quentes
cuidando dos seus rebanhos, numa noturna vigília
avistaram a luz que emanava a Estrela do Oriente.
Anjos diziam: Não temais, eis que vos anuncio
é grande a alegria, hoje nasceu em Belém
o Salvador, Senhor dos Senhores, de Deus, o Filho
o Cristo Amor, Rei dos Mares, Céus e todo além.
Um coro celestial encheu o céu com o mais lindo canto
"Glória a Deus nas alturas, paz na terra aos homens que ele ama."
Desapareceu a luz, e os pastores se entreolharam com espanto
perturbados com aquela visão e com aquelas palavras.
Colocaram-se a caminho em busca da alegria anunciada
logo encontraram Maria, José e o Menino e se ajoelharam
adoraram o Pequeno, com a felicidade no rosto estampada
o Filho de Deus, o Cristo Rei diante deles, a quem louvavam.
Maria sorriu ao Menino Deus, cheia de encanto
Seu nascimento havia devolvido a esperança
aos simples pastores que voltavam ao seu rebanho
louvando a Deus, pela chegada da Santa Criança."
"Cantiga de Ninar"
do dia 1 de dezembro de 2008.
Lucas 2,1-20
A Janelinha da vida. Alba Verano
A JANELINHA DA VIDA
ALBA VERANO
Caminhávamos de mãos dadas,
a minha à frente, no comando da pequena
era eu a sua guia, e com firmeza arrastava
a tua, para onde bem entendesse...
Iniciativas minhas, tu me seguias
muitas vezes, tu querias liberdade,
se soltar e caminhar sozinho,
no entanto eu nunca permitia.
Longos anos se passaram
nesta rotina diária...
numcontínuo bem querer
de querer somente a ti proteger...
Um dia, porém, com espanto assisti
as posições das mãos se inverterem!
Tu seguraste as minhas
nas escadas, a me socorrer!
Foi então que pude perceber
que tu já estavas crescido
encaravas a vida e obstáculos,
disposto a me proteger...
Vi com alegria, pela janelinha da vida
o processo definitivamente invertido;
tuas mãos a levarem as minhas
pela graça da união, amor e fé.
ALBA VERANO
Caminhávamos de mãos dadas,
a minha à frente, no comando da pequena
era eu a sua guia, e com firmeza arrastava
a tua, para onde bem entendesse...
Iniciativas minhas, tu me seguias
muitas vezes, tu querias liberdade,
se soltar e caminhar sozinho,
no entanto eu nunca permitia.
Longos anos se passaram
nesta rotina diária...
numcontínuo bem querer
de querer somente a ti proteger...
Um dia, porém, com espanto assisti
as posições das mãos se inverterem!
Tu seguraste as minhas
nas escadas, a me socorrer!
Foi então que pude perceber
que tu já estavas crescido
encaravas a vida e obstáculos,
disposto a me proteger...
Vi com alegria, pela janelinha da vida
o processo definitivamente invertido;
tuas mãos a levarem as minhas
pela graça da união, amor e fé.
Ez 34, 11-15
Assim diz o Senhor Deus:
"Eis que eu mesmo buscarei minhas ovelhas e tomarei conta delas. Como o pastor toma conta do rebanho quando ele próprio se encontra no meio das ovelhas dispersadas(...)
Eu mesmo apascentarei minhas ovelhas e as farei repousar - oráculo do Senhor Deus".
"Eis que eu mesmo buscarei minhas ovelhas e tomarei conta delas. Como o pastor toma conta do rebanho quando ele próprio se encontra no meio das ovelhas dispersadas(...)
Eu mesmo apascentarei minhas ovelhas e as farei repousar - oráculo do Senhor Deus".
Epifania
Epifania significa "manifestação". Jesus se dá a conhecer. Embora Jesus tenha aparecido em diferentes momentos a diferentes pessoas, a Igreja celebra como Epifanias três eventos:
Epifania aos Reis Magos (Mt 2, 1-12)
Epifania a São João Batista no Jordão
Epifania a seus discípulos e começo de Sua vida pública com o milagre em Caná.
A Epifania que mais celebramos no Natal é a primeira.
A festa da Epifania tem sua origem na Igreja do Oriente. Diferentemente da Europa, no dia 6 de janeiro tanto no Egito como na Arábia se celebra o solstício, festejando o sol vitorioso com evocações míticas muito antigas. Epifanio explica que os pagãos celebravam o solstício invernal e o aumento da luz aos treze dias desta mudança; nos diz também que os pagãos faziam uma festa significativa e suntuosa no templo de Coré. Cosme de Jerusalém conta que os pagãos celebravam uma festa muito antes dos cristãos com ritos noturnos nos quais gritavam: "a virgem deu à luz, a luz cresce".
Entre os anos 120 e 140 dC os gnósticos trataram de cristianizar estes festejos celebrando o batismo de Jesus. Seguindo a crença gnóstica, os cristãos de Basílides celebravam a Encarnação do Verbo na humanidade de Jesus quando foi batizado. Epifanio trata de dar-lhes um sentido cristão ao dizer que Cristo demonstra assim ser a verdadeira luz e os cristãos celebram seu nascimento.
Até o século IV a Igreja começou a celebrar neste dia a Epifania do Senhor. Assim como a festa de Natal no ocidente, a Epifania nasce contemporaneamente no Oriente como resposta da Igreja à celebração solar pagã que tentam substituir. Assim se explica que a Epifania no oriente se chama: Hagia phota, quer dizer, a santa luz.
Esta festa nascida no Oriente já era celebrada na Gália a meados do séc. IV onde se encontram vestígios de ter sido uma grande festa para o ano 361 dC. A celebração desta festa é um pouco posterior à do Natal.
Os Reis Magos
Enquanto no Oriente a Epifania é a festa da Encarnação, no Ocidente se celebra com esta festa a revelação de Jesus ao mundo pagão, a verdadeira Epifania. A celebração gira em torno à adoração à qual foi sujeito o Menino Jesus por parte dos três Reis Magos (Mt 2 1-12) como símbolo do reconhecimento do mundo pagão de que Cristo é o salvador de toda a humanidade.
De acordo com a tradição da Igreja do século I, estes magos são como homens poderosos e sábios, possivelmente reis de nações ao leste do Mediterrâneo, homens que por sua cultura e espiritualidade cultivavam seu conhecimento do homem e da natureza esforçando-se especialmente para manter um contato com Deus. Da passagem bíblica sabemos que são magos, que vieram do Oriente e que como presente trouxeram incenso, ouro e mirra; da tradição dos primeiros séculos nos diz que foram três reis sábios: Belchior, Gaspar e Baltazar. Até o ano de 474 d.C seus restos estiveram na Constantinopla, a capital cristã mais importante no Oriente; em seguida foram trasladados para a catedral de Milão (Itália) e em 1164 foram trasladados para a cidade de Colônia (Alemanha), onde permanecem até nossos dias.
Trazer presentes às crianças no dia 6 de janeiro corresponde à comemoração da generosidade que estes magos tiveram ao adorar o Menino Jesus e trazer-lhe presentes levando em conta que "o que fizerdes a cada um destes pequenos, a mim o fazeis" (Mt. 25, 40); às crianças fazendo-lhes viver formosa e delicadamente a fantasia do acontecimento e aos adultos como mostra de amor e fé a Cristo recém nascido.
Epifania aos Reis Magos (Mt 2, 1-12)
Epifania a São João Batista no Jordão
Epifania a seus discípulos e começo de Sua vida pública com o milagre em Caná.
A Epifania que mais celebramos no Natal é a primeira.
A festa da Epifania tem sua origem na Igreja do Oriente. Diferentemente da Europa, no dia 6 de janeiro tanto no Egito como na Arábia se celebra o solstício, festejando o sol vitorioso com evocações míticas muito antigas. Epifanio explica que os pagãos celebravam o solstício invernal e o aumento da luz aos treze dias desta mudança; nos diz também que os pagãos faziam uma festa significativa e suntuosa no templo de Coré. Cosme de Jerusalém conta que os pagãos celebravam uma festa muito antes dos cristãos com ritos noturnos nos quais gritavam: "a virgem deu à luz, a luz cresce".
Entre os anos 120 e 140 dC os gnósticos trataram de cristianizar estes festejos celebrando o batismo de Jesus. Seguindo a crença gnóstica, os cristãos de Basílides celebravam a Encarnação do Verbo na humanidade de Jesus quando foi batizado. Epifanio trata de dar-lhes um sentido cristão ao dizer que Cristo demonstra assim ser a verdadeira luz e os cristãos celebram seu nascimento.
Até o século IV a Igreja começou a celebrar neste dia a Epifania do Senhor. Assim como a festa de Natal no ocidente, a Epifania nasce contemporaneamente no Oriente como resposta da Igreja à celebração solar pagã que tentam substituir. Assim se explica que a Epifania no oriente se chama: Hagia phota, quer dizer, a santa luz.
Esta festa nascida no Oriente já era celebrada na Gália a meados do séc. IV onde se encontram vestígios de ter sido uma grande festa para o ano 361 dC. A celebração desta festa é um pouco posterior à do Natal.
Os Reis Magos
Enquanto no Oriente a Epifania é a festa da Encarnação, no Ocidente se celebra com esta festa a revelação de Jesus ao mundo pagão, a verdadeira Epifania. A celebração gira em torno à adoração à qual foi sujeito o Menino Jesus por parte dos três Reis Magos (Mt 2 1-12) como símbolo do reconhecimento do mundo pagão de que Cristo é o salvador de toda a humanidade.
De acordo com a tradição da Igreja do século I, estes magos são como homens poderosos e sábios, possivelmente reis de nações ao leste do Mediterrâneo, homens que por sua cultura e espiritualidade cultivavam seu conhecimento do homem e da natureza esforçando-se especialmente para manter um contato com Deus. Da passagem bíblica sabemos que são magos, que vieram do Oriente e que como presente trouxeram incenso, ouro e mirra; da tradição dos primeiros séculos nos diz que foram três reis sábios: Belchior, Gaspar e Baltazar. Até o ano de 474 d.C seus restos estiveram na Constantinopla, a capital cristã mais importante no Oriente; em seguida foram trasladados para a catedral de Milão (Itália) e em 1164 foram trasladados para a cidade de Colônia (Alemanha), onde permanecem até nossos dias.
Trazer presentes às crianças no dia 6 de janeiro corresponde à comemoração da generosidade que estes magos tiveram ao adorar o Menino Jesus e trazer-lhe presentes levando em conta que "o que fizerdes a cada um destes pequenos, a mim o fazeis" (Mt. 25, 40); às crianças fazendo-lhes viver formosa e delicadamente a fantasia do acontecimento e aos adultos como mostra de amor e fé a Cristo recém nascido.
sábado
ORAÇÃO DA VIDA
ORAÇÃO DA VIDA
A vida é uma oportunidade.
Aproveite-a.
A vida é uma beleza.
Admire-a.
A vida é um sonho.
Faça que se torne realidade.
A vida é um desafio.
Enfrente-o.
A vida é um dever.
Cumpra-o.
A vida é preciosa.
Cuida dela.
A vida é riqueza.
Conserve-a.
A vida é um mistério.
Explore-o.
A vida é uma promessa.
Tenha esperança.
A vida é trsteza.
Supere.
A vida é um hino.
Cante-o.
A vida é um combate.
Vença.
A vida é uma aventura.
Conduza-a.
A vida é felicidade.
Mereça-a.
A vida é vida.
Defenda-a.
[Madre Teresa de Calcutá]
A vida é uma oportunidade.
Aproveite-a.
A vida é uma beleza.
Admire-a.
A vida é um sonho.
Faça que se torne realidade.
A vida é um desafio.
Enfrente-o.
A vida é um dever.
Cumpra-o.
A vida é preciosa.
Cuida dela.
A vida é riqueza.
Conserve-a.
A vida é um mistério.
Explore-o.
A vida é uma promessa.
Tenha esperança.
A vida é trsteza.
Supere.
A vida é um hino.
Cante-o.
A vida é um combate.
Vença.
A vida é uma aventura.
Conduza-a.
A vida é felicidade.
Mereça-a.
A vida é vida.
Defenda-a.
[Madre Teresa de Calcutá]
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